Modelo de Intensidade

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Dados discretos surgem em diversas situações comuns em confiabilidade, economia, manutenção, ciências sociais entre outros. Um típico exemplo de dados discretos em economia do trabalho está relacionado à duração do desemprego medidos em meses completos de desemprego que é um exemplo em que a resposta é um valor inteiro. Uma ampla discussão sobre as consequências de modelos discretos para dados usados em economia com distribuição de probabilidade contínua é apresentada por Grimshaw et al (2005). Outra aplicação para dados discretos, podemos citar os índices de "evasão da Universidade", em que o tempo para concluir o curso é medida em "semestres". Em aplicações industriais, alguns equipamentos operam sob demanda ou em ciclos, e nestes casos, contamos o número de operações ou ciclos até a falha. Assim, embora tenhamos uma abundância de estudos na literatura para dados relativos a tempo de sobrevivência contínuos, ver Aalen (1978), Fleming e Harrington (1990), Andersen et al. (1993) e Aalen et al (2009), há uma escassez de estudos na literatura aplicados à dados relativos a tempo de sobrevivência discreto, ver Gupta et al (1997), Grimshaw et al (2005), Karlis e Patilea (2007) e Yu (2007), tendo em vista isto, vamos apresentar o modelo de intensidade para variáveis aleatórias discretas na presença de censura baseados nos trabalhos de Leão e Ohashi.

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